A jornada do jovem Dunk, que será conhecido posteriormente como “Duncan, o Alto”, por Westeros está apenas começando e promete ser uma experiência bem diferente da que os fãs de “Game of Thrones” estão acostumados, e é exatamente por isso que a parceria com George R.R. Martin está funcionando tão bem.
Após a recente estreia de “O Cavaleiro dos Sete Reinos”, o showrunner Ira Parker revelou detalhes sobre o envolvimento direto de Martin e quais mudanças em relação ao conto original conquistaram o autor.
Martin já se manifestou no passado quando adaptações se distanciaram demais de sua obra, mas desta vez, a colaboração parece excepcionalmente tranquila. Parker compartilhou recentemente que Martin não foi apenas consultado ocasionalmente. Ele esteve totalmente imerso no processo criativo desde o início.
“George tem sido um parceiro maravilhoso neste projeto. Passei uma semana em Santa Fé com ele e alguns de seus roteiristas favoritos, estávamos desenvolvendo ideias e histórias para a primeira temporada da série.”
“E surgiram muitas surpresas, ideias realmente maravilhosas, coisas que chamaram a atenção de George e que estávamos desenvolvendo e acrescentando.”
A série “O Cavaleiro dos Sete Reinos” adapta o conto, “O Cavaleiro Andante”, uma história menor e mais pessoal, ambientada décadas antes de “Game of Thrones”.
A série é protagonizada por Dunk, um cavaleiro errante em dificuldades interpretado por Peter Claffey, também conhecido como Sor Duncan, o Alto, e seu jovem e astuto escudeiro Egg, interpretado por Dexter Sol Ansell. Juntos, eles enfrentam torneios, cavaleiros rivais e as perigosas aventuras em Westeros, enquanto tentam sobreviver com habilidade, instinto e lealdade inabalável.
Uma das adições favoritas de Martin não foi uma grande mudança na mitologia, mas sim uma expansão focada nos personagens. Parker revelou que Martin estava particularmente entusiasmado com a forma como a série apresenta Lyonel Baratheon, o imponente Senhor de Ponta Tempestade.
“Acho que ele realmente adorou a ideia da tenda dos Baratheon e de conhecer Lyonel Baratheon nesse contexto, o que foi maravilhoso”, disse Parker.
Outra mudança notável veio da abordagem da série em relação ao espetáculo. Enquanto o conto mantém os pés no chão, Parker explicou como a série aposta em uma narrativa visual mais ambiciosa, incluindo uma melhoria inesperada na forma como certos elementos ganham vida.
“Acho que algo realmente legal no design das marionetes surgiu dessas reuniões, sabe, essas grandes marionetes, no estilo das criadas pela Handspring Puppet Company, em vez das pequenas marionetes descritos no conto.’
“É uma experiência criativa tão rica, sempre que você tem a oportunidade de contar com presença do Martin e conseguir tirá-lo de seus outros projetos, então nos demos muito bem, e ele só tem sido um benefício para a série.”
Essa confiança criativa é notável, especialmente considerando os sentimentos ambivalentes de Martin em relação às mudanças feitas em outras partes da franquia. Em “O Cavaleiro Andante”, o foco nos personagens, no tom e na intimidade parece ser o que está conquistando-o.
A série estreou no dia 19 de Janeiro, e este spin-off está trilhando seu próprio caminho dentro da franquia, com Martin presente, curtindo a jornada.
FONTE: Geek Tyrant
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